11.12.2017
É comum chegarmos ao fim do ano e fazermos um balanço de tudo o que se passou. Para alguns, este exercício pode ser doloroso, visto que chegarão à conclusão de que não atingiram suas metas para aquele período; outros terão mais facilidade, pois perceberão que 2017 foi recheado de realizações.
Esta revisão de vida é importante. Sêneca disse que quem não sabe onde quer chegar, nunca saberá se os ventos lhe são favoráveis. Traçar metas e objetivos é importante para que não passemos pela vida simplesmente, mas a experimentemos de forma ativa, isto é, tracemos – ou tentemos – nossas próprias rotas.
Jesus fez algo do tipo quando se reuniu com seus discípulos pela última vez. A poucas horas de ser preso, ele faz uma espécie de “recapitulação” de seus principais ensinamentos para seus seguidores mais próximos (João 14-17). Quando um ciclo chega perto de sua conclusão, faz-se importante olhar para trás e ver tudo o que aconteceu para que se saiba qual caminho deve ser tomado em seguida.
Os discípulos ouviram sobre o que aconteceria com eles a partir da partida de Jesus, e como seriam perseguidos; foram avisados sobre a chegada do Espírito Santo e como isso mudaria suas vidas; receberam uma palavra de esperança para o futuro, apesar das dificuldades que viriam.
Fim de ano é tempo de revisar a vida. Ver o que deu certo, o que deu errado, onde se pode evoluir e o que precisa mudar. Olhar para trás para poder olhar para a frente sabendo onde se quer chegar. A banda americana Switchfoot levanta um questionamento poderoso em uma de suas canções: “esta é a sua vida: você é quem gostaria de ser?”. Se ainda não é, aproveite este tempo para reavaliar suas escolhas, traçar novos objetivos e buscar ser quem você foi criado para ser. A presença constante de Jesus – prometida por Ele mesmo (Mateus 28) – é a garantia que precisamos para saber que 2018 será abençoado.
Pr. Eduardo Fettermann
Ministro da Juventude