TV PIBCI

Papo com a Galera


16.12.2018

Mesas Fartas, Corações Vazios

 

 

Certo homem importante lhe perguntou: "Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? ...Jesus respondendo disse: Venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois venha e siga-me. Ao ouvir isto o homem se entristeceu porque era muito rico e foi embora.(Lc 18.18,22,23)

 

Estamos no período de fim de ano que, apesar da crise, não esvaziou as ruas em compras e presentes. Esse cenário de fim de ano exemplifica de forma contundente a correria da nossa existência. Crescemos tendo objetivos. Todas as nossas conquistas estão conectadas com o objetivo único de ser feliz, desde que nascemos o que se faz, faz com o objetivo único da busca a felicidade, que é sinônimo de paz e quando não se tem, logo, chega o desespero.

 

Segundo Blazer Pascal em “o coração oco do homem”, que nós homens nos sobrecarregamos desde a infância com o cuidado da honra, do nosso bem, e ainda com o bem e a honra dos nossos amigos. Fatigamos de afazeres, de aprendizagem de línguas e exercícios, que nos fazem sentir que não poderemos ser felizes sem que a saúde, a honra, a nossa fortuna e a dos nossos amigos estejam em bom estado e, se, nos faltar algo, isto nos tornaria desgraçados. Diria Pascal: “Está aí uma estranha maneira de se tornar felizes! Como o coração do homem é oco e cheio de imundície! ” 
 

Contudo, Platão afirma que aquilo que nos aspira à felicidade ou paz plena é o objeto da nossa falta. Ele afirma que o amor é eros (Desejo) e está ligado àquilo que nos falta. Exemplo: A criança e seu brinquedo ou o adulto e seus brinquedos. O homem e a mulher não conquistada ou a Mulher e o sapato na vitrine. O que de fato acontece que em cada conquista se abre uma serie de demandas e responsabilidades que nos vão sugando e nos dando a sensação de que não vamos dar conta. Com isso, nos sentimos ainda mais vazios que antes.

 

Agora... Uma crise aguda se estabelece quando o acesso as coisas é ilimitado e ainda sim, não há satisfação, contentamento e o principal PLENITUDE! O problema é quando se tem tudo e a carência continua. O jovem rico citado tinha o desejo de herdar a vida eterna, mas não estava disposto em se desfazer dos seus bens, não que o dinheiro é o problema, mas é o que ele representa para aquele jovem. Ele tinha disposição de cumprir ritos, mandamentos, mas não tinha a Jesus como centro de sua adoração.

 

Mateus 1. 21- “E a virgem dará a luz a um filho e o chamarão de Emanuel, o Deus conosco. Jesus está aqui, aí e lá, e ele quer, agora, ocupar o seu lugar de direito. A natureza dos homens está voltada para as coisas da horizontalidade e é impossível para ele colocar aquilo que é eterno em seu coração, mas para Deus tudo é possível. É bem provável que você, lendo este texto, lembrou de tantos momentos em que criou expectativas em algo ou alguém para preencher a sua interioridade, mas a frustração foi inevitável. E, logo chegou a afirmação: “Eu tenho tudo, mas não consigo ser feliz.” Jesus está te oferecendo a realidade do pão da vida, pois que come dele nunca mais terá fome e o bebe da água que Ele dá, nunca mais terá sede, mas dentro dele jorrará uma fonte de água viva para eternidade. Shalon!

 

 

Pr. Manoel Domingues

 

 

 

 

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